COMENTÁRIOS DO BLOG: Parabêns pelo o sucesso do seu blog.Já conheço bastante o seu trabalho sei o quando você quer fazer tudo perfeito,é um tipo de profissional que vai além do seu limites.Mais mesmo assim alcança sempre o topo do sucesso.Sei que a empresa TAIS FERREIRA varoliza o seu trabalho,pois reconhece aondes você fez ela chegar.Continue assim..."Não importa ser rico,o mais grandioso é fazer o bem" Keylla Alves. ... COMENTÁRIOS DO BLOG: Obrigada pelo comentário,muito gentil. Seu blog tb tá demais,já add à minha lista! Parabens! Alice Sales.... COMENTÁRIOS DO BLOG: Caro Moisés,Dentre as característica de liderança mecionadas, considero que a capacidade de gerar confiança é uma das mais importantes. Ninguém segue uma pessoa quando se sabe que ela será a primeira a abandonar o barco quando as coisas ficarem dificeis. Sucesso,Jairo Siqueira

Gestão de Negócios - Pesquisas na Web

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quinta-feira, 11 de junho de 2009

BERNARDINHO – LIÇÕES DE UM CAMPEÃO

Há vários tipos de treinadores no mundo dos esportes, uns mais populares, outros mais polêmicos, mas na verdade só uma parte desses profissionais pode ser chamada de líderes, dentre vários nomes citamos um em especial: Bernardinho.

Técnico da seleção brasileira masculina de vôlei que sempre está entre os finalistas nos campeonatos em que participa, além disso, também é palestrante de encher auditórios, com temas que atraem desde treinadores a grandes líderes de empresas, executivos e outras pessoas interessadas em trabalho em equipe, ou melhor, liderar uma equipe vencedora.


No decorrer de uma longa carreira no vôlei, parte dela sendo jogador, através do acúmulo de suas experiências ele desenvolveu um método que visa à busca constante da excelência, determinando vários pontos fundamentais para o sucesso de uma equipe.
Possuidor de características que o define como um grande líder e um gestor ao mesmo tempo, pela forma como “atua” na frente de sua equipe, ele consegue atrair a atenção e respeito de seus liderados, essas características são:


GESTOR: é fazedor, comanda, direciona e possui voz mais alta na transmissão de suas mensagens.
LÍDER: comunica, é criador, desenvolve as pessoas, é justo, tem perspectiva de futuro, possui relação de autoridade, faz a coisa certa – é eficiente.


Além dessas características, o mesmo possui outras que o define para o espectador como exigente, perfeccionista, nervoso, na verdade, o que ele faz é o bom uso de seus papéis psicológicos que ele acredita ser importante para sua estratégia de liderar sua equipe. Mas o mais impressionante é que existe um contrato psicológico definido intrinsecamente na relação LÍDER x EQUIPE onde os liderados reconhecem sua liderança, quando mesmo em situações adversas há cumplicidade e espírito de equipe, por exemplo:

“Um jogador titular no meio de uma partida importante como uma final de campeonato é convidado a ser substituído por um reserva, ele aceita a condição sem reclamações e continua vibrando com a equipe mesmo estando no banco de reservas”.

Percebo nesse momento a confirmação da autoridade legítima, ponto crucial para o sucesso de um líder e conseqüentemente o da equipe, pois o liderado entende que aquela ação é necessária para a obtenção da vitória.

Segundo Bernardinho o sucesso de seu trabalho como líder acontece quando se decide doar muito mais que boa vontade, na verdade, deve haver uma doação total, para isso ele cita alguns pontos como importantes para aplicação da liderança, são eles:


· É fundamental que o líder busque constantemente o conhecimento e faça a aplicação dele no seu dia a dia;
· Direcionar uma dose significativa de esforço nas execuções das tarefas;
· Preparação;
· Dedicação;
· Espírito de equipe;
· Obstinação;
· Ética;
· Excelência;
· Sensibilidade para detectar e desenvolver talentos;
· Gerenciar pessoas;
· Garra;
· Planejamento;
· Clareza na definição de objetivos;
· Foco
· Trabalhar a vitória a cada dia, a cada “bola lançada”.

Outro fator muito forte e que pode ser observado no trabalho do Bernardinho é a motivação, sem ela não existe sucesso, não existe liderança. Ele consegue motivar sua equipe fazendo com que haja mudanças comportamentais, não permitindo que a desmotivação seja um obstáculo no caminho de seus liderados. Para ele motivação é coisa séria, para motivar uma equipe é preciso agir sempre com igualdade e transparência nos objetivos e metas.

Para que aconteça a motivação deve haver em primeiro lugar a confiança, para isso o líder deve ser firme em uma convicção: quando lideramos possuímos o poder e o status de uma posição mais privilegiada, então devemos esquecer os conceitos de um tempo passado que não existe mais, onde não se pedia, mandava, onde não se conversava, gritava, onde não se motivava, oprimia.

Hoje devemos aplicar o que somos no dia a dia, devemos ser humanos, e tratar isso como base para uma liderança de sucesso optando pela autoridade como o motor de nossas ações e a justiça como filosofia de vida e de trabalho, buscando sempre ser um líder servidor.

“Liderar é uma dádiva, ser líder é um sonho, o sucesso virá por conseqüência“
Moisés Kellyano

segunda-feira, 16 de março de 2009

Problemas Humanos nas Organizações

Organização

“Uma organização é a coordenação planejada das atividades de uma série de pessoas para a consecução de algum propósito ou objetivo comum, explicito, através da divisão de trabalho e função e através de uma hierarquia de autoridade e a responsabilidade.”
Edgar H. Shein

“Organização é um conjunto de duas ou mais pessoas que realizam tarefas, seja em grupo, seja individualmente mas de forma coordenada e controlada, actuando num determinado contexto ou ambiente, com vista a atingir um objectivo pré-determinado através da afectação eficaz de diversos meios e recursos disponíveis, liderados ou não por alguém com as funções de planear, organizar, liderar e controlar.”
Paulo Nunes (Conceito de Escola Clássica da Getsão)

Em outras palavras é a união de esforços de um grupo de pessoas visando o objetivo comum, com a finalidade de se realizar algo que seria impossível realizarem sozinhos.
Atualmente existem vários tipos de organizações umas com fins lucrativos, outras filantrópicas.

São exemplos de organizações: Igrejas, times de futebol, cooperativas e etc.

Formação de uma Organização

Para a formação de uma organização é preciso que sejam observados alguns pontos fundamentais não somente para sua formação, mas para sua continuidade e sucesso. Esses pontos são: coordenação, objetivos comuns, divisão do trabalho e integração.

A Coordenação que quer dizer combinação ou interação das partes harmoniosas traz em sua definição um sinônimo de time e trabalho em equipe. Então nos perguntamos para que coordenar?
Para manter a organização ativa e em plena funcionalidade, garantindo e apontando a direção a ser percorrida, identificando habilidades e combinando esforços a serviço da ajuda mútua.

Objetivo comum é onde queremos chegar ou o que desejamos conquistar para o futuro da organização, esses objetivos podem ser a curto, médio ou longo prazo. A definição de quais objetivos a serem alcançados farão com que a coordenação seja justificada e que tenha resultados úteis.

O processo de divisão do trabalho consiste em proporcionar de forma coordenada a realização dos objetivos comuns das organizações. Essa propriedade comun da organização é considerada fundamental pois trata-se da etapa de execução daquilo que foi planejado.

“A Divisão do Trabalho é especialização do trabalho cooperativo em tarefas e papéis específicos e delimitados, com o objetivo de aumentar a eficiência da produção”
http://pt.wikipedia.org/wiki/Divis%C3%A3o_do_trabalho

Outro ponto importante é a Integração, ponto que está intrisicamente ligado a divisão do trabalho, para a coordenação integrada na execusão dos objetivos se faz necessária uma função destacada


de uma “autoridade” para garantir que os indivíduos dessa organização caminhem na mesma direção. Exemplo dessa função pode ser um chefe do setor, supervisor ou gerente etc.

Modelo de Organização Formal

Existe dentro de uma organização vários níveis hierárquicos uns de baixo e outros de alto escalão, esses níveis são geralmente representados através de organogramas que possuem pouca finalidade se colocado no dia-a-dia de uma organização. Essa ferramenta inibe vários outros níveis, subgrupos que são resultado do convívio dos indivíduos, por isso é considerado insuficiente.

Segundo Schein, o sistema hierárquico é muito mais complexo precisando de uma visão tridimencional das funções, ele mostra três dimensões básicas de uma organização que são:

Hierárquica – Níveis de autoridade relativos (parece com o organograma);

Funcional – Diferentes tipos de trabalho, dividos por setores em forma de bolo com diagrama em forma de cone;

Inclusão ou Centralidade – Grau de proximidade de um determinado colaborador ao núcelo central organizacional.

Há uma tendência onde alguns colaboradores de um baixo escalão passam a pertencer a um nível de maior centralidade, mesmo sem mudar de função (não há crescimento na vertical, mas sim um avanço horizontal na relação Cargo x Importância), havendo então um modelo de organização informal de uma organização, onde o colaborador adquire maior acessibilidade por dominar informações técnicas e ou estratégicas.

Como se forma uma Organização

Uma organização se forma através de idéias, ela é o resultado de um desejo ou necessidade de uma pessoa ou um grupo de pessoas de se criar algo próprio, muitas vezes essa organização nascem em fundos de quintais, através da união de esforços dos envolvidos.

Mas para o seu desenvolvimento são necessárias várias ações como novos investimentos, aquisições, contratações, manutenção constante do espaço, criação de um ambiente propício para o desenvolver das atividades e com o passar do tempo podem se tornar grandes organizações.

Os principais processos das organizações segund Van Maanem,

“Os principais processos no ponto de vista da organização é o de recrutar, treinar e contratar novos funcionários e do ponto de vista de um índivíduo esse mesmo processo é o de aprender a relacionar-se com a cultura da organização e nela “socializar-se...”

O recurtamento e seleção são as etapas mais difíceis, pois para que a admissão seja eficiente existe todo um processo, pontos a serem analizados, como o estudo das vagas a serem preenchidas e a qualificações necessárias para seu preenchimento assim como a análise comportamental e emocional do candidato, através de procedimentos psicológicos aplicados e entrevistas. O objetivo maior é a seleção “racional”, onde serão identificados as habilidades inerentes ao cargo para contratação do indivíduo.

Após o recrutamento e seleção, o colaborador deverá receber treinamento dando-se início a uma fase de descobertas e aprendizado, com a explanação de como a tarefa deve ser melhor executada, em seguida passado o aprendizao técnico, inicia-se uma fase de socialização, que conciste em tornar claro ao indivíduo, como deve se relacionar com os demais colaboradores, quais as normas e como se retratar as demais pessoas da organização e encaminhá-lo ao ambiente de trabalho, dando-lhe a posse do cargo onde será executado tudo que lhe foi passado no treinamento.

Utilização e Manejo dos Recursos Humanos

Passado as etapas iniciais do relacionamento empresa x indivíduo, se faz necessário que haja um melhor aproveitamento dos recursos humanos por parte da organização e a humanização do espaço físico e do ambiente organizacional para que seja melhorada a qualidade de vida do indivíduo, fazendo com que o meso aumente sua produtividade.
Mas para uma melhor análise desse processo existem três fatores transformadores tanto do indivíduo como também da empresa que são: contrato psicológico, poder e autoridade e a base da autoridade legítima.

Contrato Psicológico

“É um fenômeno psicosocial de que ocorre sempre que se constroem vínculos, em que entra em jogo a satisfação de necessidades de duas ou mais partes”
França (2006 p.11)

Segundo Schein, o contrato psicológico é basicamente regido pela idéia de que o dirigente-pai irá “cuidar” de seus empregados e em troca, estes serão leais e produtivos.

É a relação entre necessidades e objetivos tanto do indivíduo como também da organização, que podem sofrer mutações com o tempo, onde as necessidades podem mudar assim como os objetivos também influenciando no comportamento das organizações.

Poder e Autoridade

“O poder é a faculdade de forçar ou coagir a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer”

“Autoridade é a habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que quer por causa de sua influência pessoal”

O poder e a autoridade são opostos, retas que se crusam mas jamais seguem a mesma direção. O poder é o que chamamos de autoridade ilegítima, ditatorial, unilateral, onde se constróem muros e barreiras. A autoridade é a democracia, é o bom senso, bilateral, onde se contróem pontes.

Bases da Autoridade Legítima

Segundo Schein, a autoridade legítima implica na disposição por parte dos subordinados, de obedecer às regras, as leis ou a hierarquia, isto é, conferem à pessoa investida de autoridade o direito de lhes dá ordens.

O pontos que são determinantes da aceitação de determinada autoridade são: A base sobre a qual se assenta a regra ou lei e o sistema pelo qual uma pessoa pode ser elevada à posição de autoridade.

Coordenação e Integração das partes da Organização

Consiste em aplicação das ferramentas para conscientização e direcionamento dos indivíduos para o alcançar do objetivo da empresa. Para isso é necessário que haja um empenho de todos e uma divisão de tarefas específicas para determinado grupo de pessoas, havendo uma setorização, onde cada setor será responsável pela realização de determinada tarefa que faz parte de um objetivo final propriamente dito.

Eficiência, Sobrevivência e Crescimento da Organização

“Eficiência refere-se a relação entre os resultados obtidos e os recursos aplicados”

“Eficiência representa em si uma medida segundo a qual os recursos são convertidos em resultados.”

Toda organização tem um objetivo principal, todas devem possuir o um produto a ser comercializado ou um serviço a ser prestado. Para sua sobrevivência ela deverá ser eficiente no que se propõe a fazer, sendo capaz de atingir os objetivos traçados por seus beneficiários pricipais.

Para que a organização cresça ela deverá manter-se atualizada com meio, inovando, fazendo com que esteja sempre lançando novos produtos e prestando serviços cada vez mais úteis e eficentes.

sábado, 13 de setembro de 2008

Previsão de Vendas

Para uma previsão "acertada" nas vendas devemos antes de mais nada avaliar alguns pontos que a influenciam . Esses pontos são fatores relevantes na previsão de vendas que são:

Limitações internas da empresa: são fatores geralmente conhecidos pela administração da empresa. São variáveis controláveis ou previsíveis como:

-insuficiência de capacidade produtiva;
-mão-de-obra não qualificada;
-cronograma de compras não realizado;
-estrutura administrativa inadequada;
-estrutura de capital inadequada;
-má situação financeira.

Limitações externas: são restrições ao plano de vendas que independem da vontade da empresa, estão fora do seu controle e devem ser consideradas, se possível, com bastante antecedência de maneira a se buscarem alternativas:

-política monetária: taxas de juros, restrições ao crédito, redução dos meios de pagamento;
-ausência ou custo elevado de mão-de-obra especializada;
-ação dos concorrentes atuais e potenciais ( produtos similares, substitutos );
-problemas com produtos complementares;
-escassez de matéria-prima no ramo;
-fatores demográficos: êxodo e crescimento populacional;
-política tributária: impostos incidentes sobre vendas, que influem no preço, e sobre a renda, que influem no poder aquisitivo e na margem de lucro;
-sazonalidade do produto;
-contingências: secas, enchentes, greves etc.

Objetivos traçados no planejamento de longo prazo:

Política de preços: na definição de sua política de preços a empresa pode identificar todos os gastos atribuíveis a determinado produto de acordo com as várias técnicas de custeamento existentes e adicionar sua margem de lucro desejada (método do custo) ou basear seus preços nos praticados pela concorrência e na relação preço versus participação no mercado, determinada pela experiência da própria empresa;

Política de produtos: refere-se a decisões básicas quanto à inclusão, modificação ou extinção de produtos ou linhas de produtos, onde se envolvem aspectos ligados à embalagem, qualidade e características físicas dos produtos;

Política de distribuição: estabelece os canais de ligação entre o produtor e o consumidor final, como emprego de representantes autônomos ou quadro próprio de vendedores, distribuição para grandes atacadistas ou no varejo etc.;

Política de propaganda e promoção de vendas: definem campanhas publicitárias, veículos de divulgação, descontos promocionais etc.;
Expansão Mercadológica: expansão territorial dos mercados, diversificação do público-alvo e incorporação de outras empresas.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Gestão de Investimentos - A Regra dos "80".

Investir sempre foi uma utopia no Brasil. Às vezes achamos que investir é simplesmente a compra um carro, pensando assim quem sabe aumentar o patrimônio familiar, outras vezes compramos um imóvel para render uns trocados de aluguel. A grande pergunta que não quer calar - Qual a melhor forma de investir?

Se você possui um saldo disponível na poupança e está insatisfeito com a rentabilidade e deseja investir o dinheiro, em busca de melhores rendimentos, para essa atitude se faz necessário ter em mãos uma série de possibilidades quanto a qual investimento será escolhido.

Existem várias formas de investir, umas mais eficientes que as outras, umas de resultado em curto prazo com riscos altíssimos e outras de longo prazo com baixos riscos. Nesse ponto quem determina o seu apetite por risco e por maiores rentabilidades? Sua idade? Seu negócio?

Você determina!!

Dentre várias opções podemos destacar nesse artigo que são: a renda fixa e a variável, que no meu ponto de vista são bem difundidas, onde a primeira atinge um número maior de pessoas pelas facilidades de contratação, que permite começar com pequenos valores sem burocracia e a segunda um pouco mais complexa, mas que a cada dia vem atraindo um numero cada vez maior de investidores iniciantes.

Renda Fixa ou Variável?

Renda Fixa - Investimento considerado de baixo risco, voltado para conservadores, que pretendem colher os frutos de seus investimentos em longo prazo. A rentabilidade geralmente abaixo de 1,0% ao mês, podendo ser pré-fixada ou pós-fixada.

Pré-fixada: Você fica sabendo quanto vai ser a rentabilidade para um prazo já determinado (indicado para um "conservador total")

Pós-fixada: A rentabilidade é definida com base em indicadores econômicos, geralmente possui melhor rentabilidade, mas dependem muito do cenário dos juros e inflação.

Renda Variável - Investimento de alto risco, voltado para pessoas mais audaciosas, que determinam seus objetivos em curto prazo. A rentabilidade em alguns casos chega a 20% ao ano.



Os grandes autores recomendam uma regra para a definição de percentual de risco que devemos correr - a regra dos 80 (oitenta) -, onde você pega sua idade subtrai dos oitenta o resultado disso deverá ser investido em Renda Variável (Ações) e o restante em renda Fixa (CDB, Fundos e etc..), veja o exemplo a seguir:
Ex.1 - Você possui 25 anos de idade e dispõe de R$300,00 livre todo mês disponível para investir... 80 - 25 = 55 ;
O resultado é que 55% dos seus investimentos devem ser aplicados em Ações, ou seja, R$165,00. Os R$135,00 restantes devem ser aplicados em Renda Fixa.

Ex.2 - Você possui 55 ano de idade e dispõe de R$300,00 livre todo mês disponível para investir... 80 - 55 = 25 ;
O resultado é que 25% dos seus investimentos devem ser aplicados em Ações, ou seja, R$135,00. Os R$ 165,00 restantes devem ser aplicados em Renda Fixa.

Recomendo para quem tem interesse no assunto buscar maiores informações em sites de corretoras ou bancos, pois há uma diversidade de investimentos e com certeza se você realmente procurar, irá encontrar um com seu estilo e perfil.

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